quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Descobrindo- sempre- Descobrindo

 Como o derramar de pó de ouro, que vale- para mim- menos que o nada, fico com a terra que traz mudanças, faz nascer, crescer e multiplicar.  

Com a liberdade que surge da simplicidade 

 Com a tranquilidade que não tem explicação. Saber ter momentos só e sentir o bem.

Com a noção de que no caminho podem haver buracos, mas que ele pode ser tão infinito quanto qualquer imaginação.  

 Com a paz ao dormir, mesmo que protegido apenas pelo céu. Por um imenso céu.

Com a satisfação que determinados momentos podem trazer e são sempre os menos esperados. 

Com o respeito e a atenção primordial para com quem te quer bem.  


Com a descoberta da vida e das respostas em cada interior, com a certeza de que cada um escolhe aonde e como quer buscá-las.

sábado, 17 de novembro de 2012

O céu, o sol e o mar



O amor me parece ser um só. Um só sentimento que vem aliado a vários outros, ou ao menos deveria estar aliado(?). O amor tem parceiros. Aliás, noto que a vida é quase toda feita de parceiros. O ser humano sozinho é máquina, mais do que às vezes questionamos ser. Questionamos-nos o que somos, o que podemos, até onde vamos ou poderíamos ir e assim vamos movendo essa grande roda. Quando a gente encontra a resposta, está respondido. Pronto. Próxima pergunta. 
Na verdade isso não é sobre amor. Isso é sobre espontaneidade, sobre risos fartos ou encolhidos, sobre a liberdade e responsabilidade de querer e fazer, se for correto ou não. De decidir o que se quer. De opinar, de ajudar, de contribuir. Mas a verdade é que é tudo sobre espontaneidade.
Noto as pessoas fechadas em bolhas, em círculos cada vez mais encurtados, rindo de piadas cada vez mais internas, vestindo roupas cada vez menos compráveis, lendo ou movendo o que alcança a poucos. A gentileza, a alegria (não é felicidade), a amabilidade, se perde nesse espaço tão pequeno onde cada um se prende. É à prova de ruídos..., não se escuta o choro do outro, a clemência talvez, o pedido de ajuda em silêncio não se passa também. Não se passa a compreensão, a tolerância, a paciência, a graça. A graça de se ver diferente, contudo tão igual a todos. O coração aberto é exercício diário; é agulha pra bolha; é antisséptico de ferida; é o doce do que é realmente doce, mas também mostra o amargo com temos de conviver diariamente, afinal só conhecendo todos estes gostos, os saberemos distinguir um do outro e quem sabe alterar a receita: A MEDIDA. 

O anseio da vida, vive, a aspiração de ser livre é liberta. Está dentro de cada um. Enquanto o coração se sentir leve, o todo é.

Desejo amor para todos, mas também desejo agulhas, amarguras, consciência, senso, tolerância, júbilo..., para assim:

FE LI CI DA DE.

Não o dia todo, mas todos os dias.

Algumas fotos nos fazem viajar...
Essa "imagem" não é minha ou conhecida, mas me levou a este lugar, a este momento.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

No texto- eu/meu



A primeira mulher que me tornei chegou em mim cheia de medo, sentindo-se só, sem imaginar como daria o primeiro passo.

Essa mulher logo me deixou...

A segunda mulher que tornei, chegou com fartura e sede de vida. Gostou das festas, das pessoas, das músicas, do novo e de tudo o que podia fazer. Abriu mão de coisas importantes no tempo certo para buscá-las em outro quando também funcionou. Soltou amarras, percorreu lugares, preocupou pais, e encontrou os seus limites.
Essa mulher deu lugar a uma terceira que por muito tempo aceitava mentiras como verdades, amor com maldade, tristeza em meio a sorrisos educados e sempre via o desabafo como alívio. Houveram muitas lágrimas.

Um dia eu a deixei...

A quarta mulher que me tornei foi chegando sorrateira, me mostrando quem eu era, como era e de tudo o que eu gostava e me fazia bem. Já não se importava em estar, mas em permanecer. Não queria alegrias, apenas felicidade. Não esperava, não cobrava, não buscava, apenas vivia. Descobriu-se amando ensinar, repartir, doar. E vivendo assim se apaixonou...

Essa mulher permanece em mim.

Ela cresce todo dia e sinto que pode me deixar a qualquer momento, pois ainda virão muitas outras mulheres, mas agora, essa mulher que eu sou sabe que nunca me deixará para que alguém menos importante ocupe este lugar. 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Noite (para todos) chuvosa de quarta...

"Porque ninguém vai dormir nosso sonho"


"Faço promessas malucas tão curtas quanto um sonho bom...
...vivo num 'clip' sem nexo
Um pierrot retrocesso
meio bossa nova e 'rock'n roll'" 





terça-feira, 29 de maio de 2012

Manhã (para mim) de terça

"Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és"




Não faça perguntas as quais você não queira saber as respostas

sexta-feira, 25 de maio de 2012

São muitas citações, frases, versos, prozas..., e penso assim que merecem destaque.

“Muitas pessoas que trabalham com palavras não confiam muito nelas, e não sou exceção...”



“E são tantas marcas que já fazem parte do que eu sou agora...”



segunda-feira, 19 de março de 2012

*Brasília, mãe despreparada*

Republicação do texto que- infelizmente- permanece atual. 

Tudo bem que Brasília fique sem luz e que isso aconteça toda vez que chova, afinal, só resta aos brasilienses (nós) compreenderem e acreditarem que a cidade não está preparada para as chuvas, ainda que deva, afinal temos testemunhado tudo o que o resto do país tem passado.
Contudo, Brasília não ter policiais apostos em semáforos quando há extrema necessidade, como no caso, pode se tornar um tanto quanto indignante.
Passando por em torno de 13 semáforos, todos desligados, em um caminho entre os setores de Rádio e Televisão e as primeiras 10 quadras da Asa Norte, o que costumo percorrer em aproximadamente 30 minutos percorrí em 1h20minutos.
Isso porque todos os outros motoristas, em completa escuridão iam adentrando semáforo por semáforo fazendo assim com que os carros que cruzavam parassem obrigatoriamente. Era isso ou...
Isso bem próximo ao DETRAN; o que me fazia questionar o tempo todo, "aonde estariam todos os policiais de trânsito naquele momento, com suas capas de chuva, ou não?!" Isso deveria ser a primeira atitude estratégica visando assim, evitar ainda maiores problemas no trânsito.
Freiadas bruscas, faróis estourando as retinas e os pingos de chuva que insistiam em não cessar.
Um tom mais belo à parte, a verdade mesmo é que a capital que já não está lá muito bem preparada para atitudes "corretamente políticas", parece também não estar preparada para a bagunça climática que vem por aí. São bueiros e mais bueiros deteriorados, semáforos e postes desligados, no momento, restos de obras espalhadas pela cidade, que são arrastados, dentre alguns outros desconfortos para quem caminha ou dirige.
Que os acontecimentos climáticos ditos tragédias, ocorrentes no resto do país, sirvam de lição e que alguma atitude seja pensada e tomada.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O natural mais anormal


Nem foi preciso um botequim e a filosofia começou...

"As pessoas sempre me parecem muito jovens para morrer.
A verdade mesmo é que não me parece existir uma idade que seja suficiente para me fazer pensar 'já deu'..." 
Me disseram, como opinião pessoal, que cada um faz a sua idade mais apropriada para deixar este plano, e quem sabe habitar outros, caso existam. Ou apenas, deixar de existir.
Que papo pesado, não? É meu caro, as pessoas se vão.

Apesar dos pesares, tudo, ou diria quase tudo, nesta vida parece ter um porque para acontecer. Porém, EU não estou em absoluto interessada nestes “porquês”.  O importante me parece ser sempre deixar as coisas irem acontecendo. Somos o cursor de nossas vidas e tomamos pelas mãos toda a direção. Fazemos as nossas escolhas, mas ainda assim em alguns momentos esta mesma vida que nos pertence (ou nós pertenceríamos a ela) muda os tracejados sem hesitar ou nos pedir opinião.
As escolhas boas que fazemos na vida só podem nos fazer bem...
Não é bem assim. “As escolhas do bem que fazemos na vida só podem nos trazer coisas boas”.  Assim é mais fácil de compreender que provavelmente “colhemos o que semeamos”, e o quanto mais pudermos ser sinceros com nós mesmos, acima de tudo, a vida nos mostrará o lado bom, de seja qual for a mudança que fizer nas nossas escolhas.
Parece auto-ajuda, mas é apenas uma viagem partilhada.

Boa noite!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Distribuindo sentimentos diversos


Mas é claro que ser só é mais fácil...
Mas não ser só, torna milhares de outras coisas mais fáceis, ou digamos leves.
Fui puxada pela cadeira de uma forma bem direta e rápida, já para me responder e clarear todas as questões do texto anterior a este. A tal pergunta ficou: “o que viria depois do amor?”.
Bom. Simples..., mais amor(?). Eu diria que a tendência de um amor puro é ir se mantendo em mais e mais amor. Em um sentido de busca e doação, mesmo. 
Mas quer saber? Ainda assim não me perguntem o que é “amor”. Eu sinto, claro que sinto. Está aqui, agora. Mas, ainda assim não sei a sua tradução. Talvez nem exista, talvez por isso se chame amor. Por isso “Deus” se chame “Deus” também...

Enfim. Mudando o assunto, por que afinal, eu só precisava esclarecer a minha própria questão.

A nossa cidade está jogada às traças mesmo, hein?! Ou diria quase. No caso os políticos são as traças- e abro exceções à regra sempre. Fico até preocupa em usar um plural como o deste “exceção”, mas prefiro acreditar que exista mais que um político capaz de agir com concordância moral.
Esse caso da Jaqueline Roriz.................................................................(profundo silêncio).............................................
Não sei exatamente se o problema está em nós, que ajudamos a eleger aqueles deputados que votaram com total falta de noção em defesa da pessoa em questão, ou até em causa própria, ou se está neles que mudaram após terem sido eleitos por nós. A verdade é que a culpa é geral, porém, a indignação não parte de todos os culpados. Tenho a impressão de que aqueles deputados deitam tranquilamente as cabeças nos travesseiros a noite para dormir, pensando sei lá o que, que poderá vir a favor de suas vis escolhas após essa votação absurda. Por que o motivo, o público geral (neste caso, nós), estamos sem entender ainda qual foi. Inclusive os “VIPs”, neste caso, outros políticos, administradores e pessoas de alto escalão...
Cada um tem a sua opinião e se rolasse um bolão com a resposta correta, o valor seria muito bom.  “Alguém, alguém?”.  O problema é que ninguém compreende, e nisso nós- o público mais uma vez- brasilienses, jovens (eternamente), cada um com a sua tribo ou não, e crença, vamos levando essa placa de ótarios, da forma mais inconformada possível..., contudo, ainda sem atitudes compatíveis ou à altura de tamanha indignação!  

Termino o post com as palavras(possíveis) que estão circulando por redes sociais, do criador da cidade, 103 anos de idade e aparentemente ditas com muita lucidez:


Oscar Niemeyer-
"PROJETAR BRASÍLIA PARA OS POLÍTICOS QUE VOCÊS COLOCARAM LÁ, FOI COMO CRIAR UM LINDO VASO DE FLORES PRÁ VOCÊS USAREM COMO PINICO. BRASÍLIA NUNCA DEVERIA TER SIDO PROJETADA EM FORMA DE AVIÃO E SIM DE CAMBURÃO."

Dani Baeza

quarta-feira, 8 de junho de 2011

AMOR, e agora?






"A gente passa a vida em busca do amor, e quando encontra...
E depois do amor, o que virá?"
Deparei-me hoje com essa pergunta e não pude deixar de questioná-la em meus pensamentos por diversos momentos.
O ser humano está sempre em busca de algo e não é apenas "algo". É sempre algo mais, algo maior, algo que lhe dê algum sentido.
Estranho pensar no quanto a fé parece ser ignorante, e por mais que eu não quisesse acreditar nisso, alguma coisa sempre me bate à porta de minha cabeça como se me desse uma porrada, ou mesmo um tapa na face. Sim. Nunca é muito sutil a forma como noto a realidade dessa frase.
Hoje ouvi alguém questionar: "não acredito que o povo continua acreditando nessas conversas de políticos!".
De repente como um feixe de luz fosforescente, a frase "ignorance is bless" (não "bliss". Bless.) invadiu o meu ser e eu perguntei mais uma vez qual o sentido que a mesma fazia para mim. Naquele momento; e em tantos outros; o sentido que ela fazia era o mais claro possível: "se não acreditarem nisso vão acreditar em quê???" "Se muitos de nós, bem estudados por sinal, acreditamos tanto em ‘'bênçãos', ‘'milagres', '‘fé', qual seria a vantagem para alguém com menos estudos que seja acreditar que está sozinho no universo, morando numa '‘casca de noz'????"
Não faz sentido algum para mim.
O ser humano, e nisso eu me incluo também, claro, precisa de algo "não palpável" para SOBREVIVER, e não viver. Imagina se a gente fecha os olhos à noite e não tem a quem pedir, agradecer, rezar, orar, brigar..., enfim. É complexo demais, eu sei. We know. Mas, por que estamos sempre em busca de algo maior? Porque não conseguimos parar no momento em que encontramos o que nos traz felicidade de verdade? Mudamos o tempo todo, não é?!
Parece ser sempre uma escalada sem fim e cada vez mais e mais alta, e difícil, e quanto mais, melhor. Quem inventou a adrenalina, epinefrina, e tantos outros hormônios parecidos, hein?
A conclusão (que eu não chego, mas pretendo) é de que após o amor, pode não vir mais nada. Por isso, talvez muitos nem queiram saber sobre esse tal de "amor". Porque é amor? Quem é amor? Quando é amor? Ele surge de onde?
Nem se explica amor...
Seu significado não é claro no dicionário. Como uma boa metódica que me considero, não consigo lidar com a idéia de que amor signifique tantas coisas por não ter um significado próprio. Só seu.

Nisso, eu espero uma explicação "palpável" e convincente. 
Enquanto isso sou eu e eu. E eu sei por que me amo. Talvez porque eu saiba aonde me odeio também...
Bom. Pensa nisso.

A propósito, um feliz Dia dos Namorados a todos!!! S2 
(...)
       

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Curta respiração- "Metade"


O ano passou e eu não vi. É sempre a mesma coisa: fim do ano a gente para e faz uma reflexão acerca de tudo o que fizemos no decorrer do ano e a reflexão se estende a tudo o que  desejamos fazer no próximo.
O engraçado é que dessa vez tudo está diferente. Não tem nada no lugar, como de costume no fim do ano, apenas. Na verdade nem se nota esse tal fim de ano. Não fosse por um detalhe, um pequeno detalhe..., as coisas estão mudando.
Eu poderia gastar linhas e linhas discursando sobre o significado das mudanças para mim, mas isso, além de chato, seria um tanto quanto complicado. Já não sou de fazer planos. Relógios para mim custam a ter outro significado que não o de enfeitar punhos e paredes.

Enfim, chegou o esperado momento de começar a pensar no que realmente se quer, e isso é só pra começar. Até porque as coisas mudam mesmo e não adianta discutir. Sabe aquele lance de ver o lado bom das coisas? Sim. Esse ditado é certíssimo e já vem me acompanhando há alguns anos a fio.
É sempre assim, geralmente sou decisiva. No entanto, quando não consigo ser, fico adiando, enrolando, vem a vida e decide por mim. Simples, prático, mas sofrido também. Aliás, o sofrimento nos move muito. E tem também alguns sofrimentos que são tão bons (vai entender...). Na verdade eu tenho alguns insights de curtir tristeza, uma certa melancolia que me faz reavaliar o mundo, inclusive eu mesma e as pessoas que me cercam.
Faz o seguinte, testa aí,
põe uma música boa (bem. eu disse boa, mas vai de você né?), se precisa de indicação vai uma aí: Gravity - John Mayer, entra no banho (não não, sem pensar besteiras. Concentre-se.) e fica lá mofando no chuveiro, gastando a água do mundo (VALE RESSALTAR que não se deve fazer isso constantemente. O mundo precisa de nós). Mas fique lá, envolvido naquela névoa de vapor da água quente (por favor! Ninguém consegue se concentrar e sofrer do modo correto com água gelada) e depois de todo esse ritual, por que sim, é quase um ritual, você para e reflete sobre o que sentiu.
Na verdade já dizia Vinicius (pros íntimos, porque é de Moraes): "Mas, pra fazer um samba com beleza, é preciso um bocado de tristeza, é preciso um bocado de tristeza, senão, não se faz um samba não".
Se cada pessoa compusesse algo cada vez que se sentisse triste, o mundo seria como um longo e nostálgico filme em preto e branco. Talvez fosse lindo em totalidade. Talvez não...

A única coisa que sei é que, se pá isso, se pá aquilo, e se pá vamos lá. Rerere  
Nunca pensei que o início de tudo fosse tão difícil. Mas a verdade mesmo é que nem tudo que é fácil é legal.

Bom. Vamos indo em frente que a busca só começou e esse coração precisa voltar ao tamanho normal.

Beijos e buona serata amici!

domingo, 10 de outubro de 2010

"Eternal Sunshine of the Spotless Mind"


Já era de se esperar que tivéssemos memória curta...
Pára pra pensar. Lembre-se de algo que aconteceu de ruim por parte de alguém que você amou muito e, diga-se de passagem, ama ainda hoje. Vocês brigam, se separam, sofrem, as coisas mudam, caminham, e caminham mais e de repente esquecem-se do que aconteceu.
Tipo aquele filme “Separados Pelo Casamento”, no final quando eles se reencontram e bate aquela “coisinha”. Só que minha intenção não é falar de um relacionamento, mas sim, da curta memória que possuímos- para outros fins.
Ontem estive em um lugar que há muito não visitava. Vieram á tona várias imagens de momentos que eu havia me esquecido. Momentos bons! Olha que incrível..., a mente apaga inclusive os bons momentos. Não é sacanagem..., é assim apenas.
Deve-se pensar que não é bom nem ruim perder as lembranças com o tempo. Aquele papo de que o tempo cura as feridas, sim é real. Mas é o tempo de cada um, e por isso quando vem esse papo de político fez isso ou aquilo há algum tempo atrás e já está aí sendo reeleito, a situação torna-se motivo de revolta para tanta gente. Isso se dá porque alguns já esqueceram o que aconteceu e inclusive (oh god) perdoaram. Enquanto outros fazem questão de lembrar e alimentar a chama que mantém (ou ao menos tenta manter) o mau afastado. SAI DIABO!!! rerererere
É fogo..., as pessoas mudam. People change. Porém, até que ponto? A partir de quando? Será?
Olha. Eu não tenho estas respostas, mas eu acredito em mudança. Só não percebo que mudou. Ou, em que mudou, ou quando, ou porque, ou como, ou...
Eu mudei.

Ps: as regras dos meus pensamentos não são vias de regras. Apesar, de ter várias vias. 

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Idéias soltas

“...e se a vida te der limões ao invés de uvas e vários homens semi-nus para colocá-las na sua boca, corte os limões, acrescente creme de leite, leite condensado e gelatina transparente para fazer um lindo mousse! Daí vc dá uma festinha de boa pra servir o mousse, chama todos os seus amigos e pede que tragam ‘as uvas’!” rerere


Sim. Pois vamos lá. Algumas vezes, acontece tudo de uma vez na nossa vida. Mas da primeira lição eu já tirei várias atitudes para o futuro. Isso deveria ser feito por todos. Vamos exemplificar:
“Bati o carro, terminei um namoro, fui demitida, fui péssima em um exame e ainda to gordinha...”. Pode ter certeza de que mais coisa pode vir por aí.
“Esse caminho nunca tem fim?”
“Não meu benzinho. Ele tem vááárias curvas e sempre tem uma merda escondida logo ali na frente” rararara
Nós podemos viver preocupados com aquela curva, ou podemos viver ansiosos ou tranquilamente de maneira positiva por esperar o que vem depois. Geralmente esse acúmulo de coisas, (shit happens), servem para nos fazer mudar de uma maneira mais acelerada e quase sempre funciona; e para melhor.
A gente começa a ser obrigado a pensar no plano b, c, d e tantos mais. E talvez se o ser humano os tivesse sempre, não sofreria tanto com frustrações. Será que dá pra entender?
Bom, vamos lá. Mode on criativity!

O cabra vai lá, deposita todo amor na inquilina. A mesma, cheia de desprezo pelo outro, se vinga no cabra pondo-lhe um belo par de chifres. O cabra sofre e diz que dentre as “raparigas” nenhuma presta. Então para se vingar, parte pra morder outra nêga...e a partir daí vira um ciclo, porque ele vai trair a nêga, se vingando da inquilina, que se vingou nele, por culpa do outro.

Deu pra entender? Ainda não?! rs

Eu só quero dizer, que não adianta sofrer e desistir do mundo querendo remoer e fazer mal ao “próximo” (por mais que o próximo não seja lá tão próximo assim). A gente precisa aprender com o que passou e tentar não errar no futuro ou no presente mesmo. Aprenda rápido irmão, porque o mundo cobra mesmo. Aliás, cobra, lagarto, jacaré, onça...

A minha falta de leituras de auto-ajuda transforma meu cérebro em uma auto-ajuda gigante. Mas também numa auto-ajuda aos mais chegados. E isso inclui o bêbado que conheci noutra noite querendo conselhos...,pfff. Ok ok nem tanto.

E já que os psicólogos nem sempre são tão confiáveis, rere, tirando aquela do Two and a Half Men”, ela é sensacional, eu tento então ajudar a mim mesma e aos outros que tentam fugir dessas resenhas que não param de se repetir.  Lembrando que o céu precisa de novos repórteres e redatores que tenham bastante criatividade para escrever novas histórias. Notou que tudo se repete?! Des-graça aonde as piadas boas e ruins não param de ser contadas. Aff que cansaço hein.
Sim, sim, pode ser o ciclo. Que nós mesmos criamos...
Pensa nisso.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

JBr

Jornal de Brasília
Danielle Baeza
daniele.baeza@jornaldebrasilia.com.br

JBr

Jornal de Brasília
Danielle Baeza
daniele.baeza@jornaldebrasilia.com.br

Algumas matérias passadas que estavam no meu pc.=)
(Para ler, clique e amplie)





domingo, 25 de julho de 2010

"Pictures of You"

Eu tenho idéias e razões,
Conheço a cor dos argumentos
E nunca chego aos corações.
Fernando Pessoa, 1932


Minhas cartas de amor ou dor não chegam...
Minhas músicas mais brilhantes nem são ouvidas...eu também não grito. Nem sequer consigo.
Um lugar tão pequeno, eu deixo grande, e assim o que é grande fica pequeno.
Eu mal consigo descrever o quão difícil é e parece não caber.
Assim como eu mal consigo reconhecer em mim mesma qual é a parte que dá conta de seguir.
Não é preciso ver nada. Não são necessárias imagens gravadas, desenhos, os suvenires..., nada.
Apenas um pedaço. Um grande e todo pedaço de memória. Por sinal o mais todo que já imaginei existir.
E por fim, nem tão fim assim, eu me lembro que minhas cartas não possuem carteiro. Elas vão se amontoando. Em pensamentos, nos olhos, esses que por vez ou outra insistem (ou não resistem), em se afogar...
Restam-me elas, que vem de par em par, enfrentando o meu maior e mais profundo, não menos importante, nunca fui indiferente quanto a isso, medo. De perdê-las e esquecer que um dia algo me fez decorar cada detalhe, de cada uma. São as lembranças...




quinta-feira, 1 de julho de 2010

Dando as caras

Por conta da quantidade de matérias e o tempo escasso, não consigo mais postar tudo que escrevo no blog. =( Seria loucura na verdade se conseguisse. Porém, estou guardando todas as matérias. Minha casa está virando um "mausoléu" de jornais. Rsrsrs

Gente, essa semana vou falar por aqui a respeito de um tema muito pouco falado ultimamente e muito pouco visto também: World Cup 2010 South Africa! Kkkk
Enfim, já que todo mundo fala, eu tenho trabalhado durante os jogos semanais (inclusive os do Brasil) e tenho observado pra variar, as diferentes reações dos rapazes e moças, tanto na redação (sim! o jogo visto de lá é um barato!), quanto nas ruas, eu vou falar também.

Hoje está tarde pra mim, e considerando que cheguei bem cedo. Portanto vou dormir. Atualizei o site "amura zahra" pra quem quiser conferir.
Essa semana me jogo na torcida com o "texto novidade".

Beijos a todos que acompanham o blog mesmo ele estando parado.

Dani Baeza

Jornal de Brasília

Danielle Baeza
daniele.baeza@jornaldebrasilia.com.br

quinta-feira, 27 de maio de 2010

JBR

Danielle Baeza
daniele.baeza@jornaldebrasilia.com.br

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Capa JBR

Danielle Baeza
daniele.baeza@jornaldebrasilia.com.br